As montadoras da Argentina produziram no mês passado 43,8 mil automóveis e comerciais leves, volume 10% inferior ao de março, quando somou 48,7 mil unidades. No confronto com abril do ano passado, no entanto, ocasião na qual contou 29,3 mil veículos, se verificou alta de 49,5%.

Apesar do arrefecimento mensal, justificado pela associação dos fabricantes do país, Adefa, consequência desajustes logísticos globais e escassez de componentes, o resultado do ano se mantém positivo.

De janeiro a abril, a indústria automotiva argentina produziu 148,8 mil unidades, em alta de 25,5% se comparado ao volume apurado no mesmo período do ano passado, de 118,6 mil modelos.

Pelos dados da Adefa, o desempenho apresentado no ano tem as exportações como importante aliado. Os embarques nos quatro primeiros meses do ano somaram 81,3 mil unidades, volume 24,8% superior ao de um ano atrás, de 65,2 mil veículos.

Somente em abril, as 27,4 mil unidades exportadas representaram aumentos de 73,1% em relação ao mesmo mês do ano passado, com 15,8 mil modelos, e 11,4% sobre o volume de março, de 24,6 mil unidades.

“As exportações se mantêm em grande dinâmica, principalmente devido ao aumento da demanda em mercados da América Central, Brasil e Equador, apoiados pelos próprios planos das montadoras de ganhar presença em novos destinos”, resumiu Martín Galdeano, presidente da Adefa.

Em trajetória oposta, as vendas faturadas na rede de concessionárias já avanço por terreno negativo. As 110,2 mil unidades distribuídas no primeiro quadrimestre foram 5,1% menores em relação ao volume entregue um ano antes, de 116,2 mil automóveis e comerciais leves.

LEIA MAIS

→Indústria de veículos argentina dobra produção em fevereiro

→Volkswagen investe US$ 250 milhões na Argentina


Foto: Peugeot/Divulgação

ASSINE NOSSA NEWSLETTER GRATUITA

As melhores e mais recentes notícias da indústria automotiva direto no sua caixa de e-mail.

Não fazemos spam!