As atividades no chão das fábricas de veículos instaladas na Argentina perderam fôlego em julho com a produção de 37.117 automóveis e comerciais leves, volume 13,4% inferior ao de junho (42.848 unidades), como também 16,4% menor em relação ao mesmo mês de 2024 (44.436).
Segundo nota da Adefa, a associação que representa as montadoras no país, o recuo mensal se justifica por ter contado apenas 19 dias úteis de produção, além ter ocorrido ajustes em linhas, como tarefas de manutenção e atualizações tecnológicas em algumas fábricas de associadas”, resumiu Martín Zuppi, presidente da entidade.
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No acumulado dos sete primeiros meses, no entanto, a produção se manteve em terreno positivo com alta de 10,1%, para 287.590 unidades ante as 261.172 que saíram das linhas de montagem há um ano.
Os mesmos fatores que esfriaram a produção, também foram apontados pelo representante da Adefa como os responsáveis pela redução nas exportações. No mês passado, foram anotados 18.225 embarques, baixas de 19,9% em relação a junho (22.760) e de 35,7% ante julho do ano passado (28.330).
Mas ao contrário da produção, as exportações chegaram ao fim dos sete primeiros meses 4,7% menor com 147.879 unidades embarcadas, enquanto do mesmo período do ano passado alcançava 155.169 veículos.
Por fim, as vendas para as concessionárias em julho somaram 50.186 entregas. O volume representou queda de 16% na comparação com o junho (59.809), mas crescimento de 52,9% sobre o mês de 2024 (33.043).
Com o resultado parcial, as concessionárias absorveram até julho 349.187 unidades, expressiva alta de 79% frente ao mesmo acumulado de um ano atrás (195.029).
Foto: Divulgação Volkswagen



