A não ser com pequenas variações nos porcentuais, o pódio que abriga as três marcas mais vendidas de automóveis e comerciais leves no Brasil manteve-se inalterado em abril, aponta levantamento da Bright, consultoria especializada no setor automotivo.

Como nos últimos anos e também no acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, a Fiat seguiu na ponta ao negociar 45,6 mil unidades, com a Volkswagen e General Motors na segunda e terceiras colocações e vendas de, respectivamente, 38,9 mil e 25 mil veículos.

Essa estabilidade passa longe do, digamos, segundo pelotão dessa corrida atrás dos consumidores. A Hyundai, com  18,5 mil veículos entregues aos clientes finais, por bem pouco, 106 licenciamentos a mais, não foi ultrapassada pela novata BYD.

Na prática, portanto, ambas detiveram 8% de participação, mas com a marca chinesa estabelecendoo o melhor resultado de sua ainda curta história de quatro anos no País.

Outro aspecto que vale destacar é que, das precisamente 18.457 unidades que negociou, somente pouco mais de 3,5 mil foram por meio da venda direta, o que a colocou no topo do ranking quando consideradas apenas as transações no varejo, ou seja, aquelas realizadas pelas concessionárias.

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Em igual mês do ano passado, a marca havia vendido 8,5 mil veículos, equivalentes então a 4,3% do mercado de automóveis e comerciais leves, e aparecia somente na oitava posição, atrás ainda da Toyota, Renault e Jeep.

Já em abril passado, a Toyota deteve 6,2% e a Renault 5,1%, índices que as asseguraram na sexta e sétima colocações, enquanto a Jeep (3,6%) caiu para a nona posição, superada pela Honda (3,8%), mas ainda à frente da Caoa Chery (3,2%), que completou o ranking das dez marcas mais vendidas.


 

George Guimarães
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