Apesar de recuo mensal, Fenabrave aponta que o segmento segue aquecido

Os emplacamentos de caminhões registraram queda de 7,5% no mês passado com 9,3 mil unidades ante 10,1 mil de março. De acordo com o balanço da Renavam apresentado na terça-feira, 3, o resultado negativo se deve principalmente ao menor número de dias de trabalho dos Detrans.
“A demanda por caminhões continua. Tanto é assim que, se analisarmos pelas vendas diárias, o segmento teve alta de 7,7% em abril”, pondera José Maurício Andreta Jr., presidente da federação que representa a distribuição de veículos no País, lembrando que também persiste a escassez de componentes nas linhas de produção, o que reduz a oferta na ponta.
Mas apesar da alta diária apontada pelo dirigente, no confronto com abril do ano passado, quando o mercado transportador absorveu 9,8 mil caminhões, as vendas também se mostraram menores, em 4,4%.
Com o desempenho parcial de abril, o encerramento do primeiro quadrimestre se manteve em terreno positivo de 1,6%, com o acumulado de 36,1 mil unidades entregues ante 35,5 mil licenciadas no mesmo período do ano passado.
Ao fim dos primeiros quatro meses, de acordo com os dados emplacamentos, a Volkswagen Caminhões e Ônibus segue na liderança do mercado com 29,9% das vendas totais de caminhões. O ranking segue com Mercedes-Benz (27,4%), Volvo (19,5%), Iveco (9,4%), Scania (7,3%) e DAF (5,3%).
LEIA MAIS
→Emplacamentos de caminhões crescem 25% em março
Foto: Scania/Divulgação
Especialistas em segurança viária são mais precavidos do que motoristas consultados em estudo global
A demanda por lubrificantes sintéticos nacionais foi a que mais cresceu, com alta de 217%
A alta, no comparativo anual, é de 21,7%, de R$ 92,3 mil para R$ 112,3…
Linha tem quatro modelos a diesel que serão negociados em rede de 30 revendas
Cortes devem ocorrer até 2027 e representam mais de 5% da força de trabalho
Desenvolvido em parceria com a DINI Textil, revestimento tem ciclo de vida que reduz em…