O Palácio do Planalto confirmou visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à fábrica da Iveco em Sete Lagoas, MG, na sexta-feira, 20, para participar do anúncio da entrega de 324 novos ônibus do Programa Caminho da Escola, que atenderão todo o Brasil.
O ministro da Educação, Camilo Santana, também participa da agenda, que tem horário programado para às 13h15. No local do evento, haverá a entrega efetiva de 158 ônibus escolares do programa.
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“A ação marca o início da distribuição de 1.000 ônibus da segunda etapa do Novo PAC Seleções, com investimento de cerca de R$ 500 milhões”, informa o governo federal, destacando que os veículos vão beneficiar estudantes da educação básica, especialmente de áreas rurais, ribeirinhas e de difícil acesso, “ampliando o acesso à escola com mais segurança e conforto”.
Além de autoridades federais, o evento contará com a participação de prefeitos de diferentes regiões do País, reforçando a estratégia do governo brasileiro de fortalecer a educação básica por meio de investimentos em infraestrutura e acesso.
O Caminho da Escola tem sido decisivo para manter o mercado brasileiro de ônibus. No ano passado, saíram das linhas de montagem 27.490 carrocerias de ônibus, ante total de 26.055 de 2024, alta de 5,5% alavancada principalmente por esse importante programa do governo federal.
O segmento encerrou 2025 com a expectativa de retomada do Caminho da Escola, cujas entregas da última licitação tinham sido concluídas antes de novembro. Houve novo leilão no final do ano passado, mas só agora as vendas começam efetivamente a serem retomadas.
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Porque não surpreende…
Com base nas informações recentes (2024-2025), Camilo Santana, atual Ministro da Educação e ex-governador do Ceará, tem sido alvo de diversas denúncias e investigações envolvendo o seu nome e gestão:
– Caso dos Banheiros (Setembro/Outubro 2025): Notícias indicam que Camilo Santana teve bens bloqueados por decisão judicial devido a um suposto desvio de recursos públicos, conhecido como “escândalo dos banheiros”.
– Gestão no MEC (2025): Relatos mencionam que a Controladoria-Geral da União (CGU) identificou um suposto rombo de R$ 4 bilhões no Ministério da Educação (MEC) durante sua gestão, levantando questionamentos sobre a administração dos recursos.