Encerrado o primeiro semestre, a Renault dá mostras de que poderá mesmo encerrar 2019 como a quarta marca no ranking do mercado interno. Em 2018, a montadora ficou na quinta posição ao negociar 215 mil automóveis e comerciais leves, cerca de 12 mil unidades a menos do que a Ford.

As posições foram trocadas após os primeiros seis meses de 2019. Com os quase 21,4 mil veículos vendidos em junho — 4 mil a mais do que a concorrente —, a Renault já tem quase 112,9 mil emplacamentos, contra os 103,6 mil acumulados pela Ford.  A participação da marca francesa já está na casa de 8,9% enquanto a da concorrente agora é de 8,3%.  Em 2018, foram, respectivamente, de 8,7% e  9,1%

Não é difícil imaginar que dificilmente essa diferença será eliminada ou até mesmo revertida. Isto porque a Renault segue com intenso programa de lançamentos de versões e atualizações de sua atual linha automóveis.Na última semana de julho, por exemplo, serão apresentadas modificações estéticas e de conteúdo do Logan e Sandero, modelos que têm importante participação nas vendas da marca.

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Ao mesmo tempo, a Ford tem dedicado maior esforço aos SUVs e  picapes — lançou na semana passada a Ranger  e prepara a estreia do utilitário esportivo importado Territory— e, como em todo o mundo, deixado de lado os automóveis.

Já aposentou aqui o Fiesta, que era produzido em São Bernardo do Campo (SP). O Ka é o único destacado representante da marca entre os automóveis no mercado interno. Em junho, inclusive, foi o segundo carro mais vendido do País, com mias de 8,2 mil unidades emplcadas, ou seja, perto de 60% de tudo que a marca vendeu no período.

No Brasil, porém, são os carros de passeio os responsáveis pela maioria das vendas, o contrário do que acontece nos Estados Unidos, onde as picapes predominam na preferência dos consumidores e a Ford  lidera o segmento.


Foto: Divulgação/Renault

George Guimarães
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