A Scania trabalha com uma perspectiva de crescimento nas vendas de caminhões pesados e semipesados de 10% a 20% no ano que vem sobre o resultado de 2018, volumes que poderão alcançar de 55 mil a 58 mil unidades. Silvio Munhoz, diretor comercial da companhia, aposta mais uma vez nos resultados do agronegócio como impulsionador das vendas.

“Ainda há muito negócios no transporte em estado de espera para ver o vai acontecer na política e na economia daqui para frente. As projeções do campo já sinalizam produção 5% maior, superior inclusive ao pico de duas safras anteriores. Esse segmento já está comprando.”

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De acordo com Munhoz, o desempenho do ano que vem segue o bom resultado apresentado pela Scania em 2018. Até o fim do período, na faixa de caminhões na qual participa, a empresa deverá apresentar crescimento acima de 60% sobre as 5,7 mil unidades que vendeu em 2017, para volume em torno de 9 mil unidades. “Esse ano, o Brasil volta a ser o maior mercado de caminhões da Scania no mundo”, comemora Munhoz. “O esforço é de acompanhar o crescimento e manter a participação.”

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Pelas contas da fabricante, até o fim de setembro, a indústria entregou ao mercado 36,1 mil caminhões acima de 16 toneladas (semipesados e pesados), em alta 65,6% sobre os 21,8 mil emplacamentos de 2017. No período, a Scania cresceu 61,3%, com pouco mais de 6 mil unidades negociadas, volume que representou 16,6% de participação.

Esse ano ainda a fabricante muito provavelmente terá outro motivo para comemorar a boa fase. É quase certo que o modelo R440 termine 2018 como o caminhão mais vendido de todo o mercado de caminhões pelo segundo ano consecutivo. Até setembro contabilizava 3,2 mil unidades emplacadas, fatia de 13,78% no segmento de pesado, e diferença de 376 caminhões sobre o segundo colocado, o Volvo FH 540. Se concretizando a liderança, o R440 se despede com chave de ouro para dar lugar à nova geração.

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Foto: Scania/Diivulgação